Poucas horas. Fortaleza vai se impor entre o desembarque no Ceará e o horário do transfer para Jericoacoara ou Canoa Quebrada. Desconsiderado o Beach Park, algumas horas na capital são suficientes. Mas, para aproveitar sem pressa as sugestões a seguir, que tal deixar a partida para o dia seguinte? Ou reservar uma pernoite no fim das férias?
Sem praia. Meu roteiro em Fortaleza teve quatro paradas e passou bem longe do mar. Pegar praia é muitíssimo mais gostoso fora da capital. As atrações culturais desbancam facilmente qualquer trecho da orla.
Centro cultural. Manutenção urbana não tem sido o forte na cidade. O lugar mais legal de Fortaleza fica em uma vizinhança não exatamente bonita, no bairro de Iracema. O Centro Cultural Dragão do Mar (http://www.dragaodomar.org.br/) é um primor arquitetônico, cheio de passarelas metálicas suspensas, que interligam museus, um planetário, um teatro, uma biblioteca, salas de cinema e a indefectível lojinha de souvenirs. Várias construções coloniais foram incorporadas pelo centro cultural e transformadas em bares e restaurantes. A praça central tem uma cúpula com propriedade acústica que amplifica vozes. Adolescentes se reúnem embaixo dela.
Teatro. No praça de mesmo nome, o Teatro José de Alencar (0--85-3101-2583), quase centenário, é um dos orgulhos da cidade. Em homenagem ao criador da virgem dos lábios de mel foi erguida uma estrutura formada por arcos metálicos e vitrais art nouveau trazidos da Escócia. "Porque os ricos de antes e os de agora gostam mais das coisas da Europa", graceja o guia.Na visita, a R$ 4 por pessoa, vê-se também o foyer, uma sala de estar chique com pinturas restauradas, onde autoridades se alojam nos intervalos das peças.
Museu. "O Ceará não havia, nem fazia falta", diz o texto na parede do Museu do Ceará (Rua São Paulo, 51; tel.: 0--85-3101-2611), na entrada da sala cujo acervo conta a história dos índios na região, antes da chegada dos portugueses. Em um palacete do século 19, o museu tem um acervo histórico precioso. Basta dizer que a batina, o chapéu e o cajado originais do Padre Cícero estão ali.
Restaurante. Deixe para comer a peixada cearense na praia. No restaurante Colher de Pau (http://www.restaurantecolherdepau.com.br/) há receitas regionais que você não encontrará à beira-mar. Como a carne de sol com manteiga da terra e baião de dois. Um prato bem-servido do qual não restou nem uma migalha.
Fonte: Jornal Estadão por Mônica Nóbrega
sexta-feira, 26 de junho de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Muito mais que colonial e encantadora - Paraty/RJ
Às 5 da manhã do feriado de primeiro de Maio, eu e duas amigas desembarcamos na rodoviária de Paraty.
Entramos em uma outra época... Cidade colonial, charmosa, patrimônio histórico nacional.
As ruas ainda são de pedras (pés-de-moleque), estreitas, onde não é permitida a passagem de carros.
Encanto arquitetônico, igrejas, casarões, símbolos maçônicos. Isso sem falar nas belezas naturais que a rodeiam.
Entramos no túnel do tempo, que nos levou ao Brasil de antigamente.
Em poucos minutos já tínhamos a certeza de ter ido ao lugar certo.
Resumidamente é um lugar para toda a família. Um fim de semana é pouco para conhecer Paraty que não se resume apenas a uma cidade histórica. Conheça as praias, ilhas, vá até Trindade, tome um café, vá ao teatro local... Apenas se divirta!
Entramos em uma outra época... Cidade colonial, charmosa, patrimônio histórico nacional.
As ruas ainda são de pedras (pés-de-moleque), estreitas, onde não é permitida a passagem de carros.
Encanto arquitetônico, igrejas, casarões, símbolos maçônicos. Isso sem falar nas belezas naturais que a rodeiam.
Entramos no túnel do tempo, que nos levou ao Brasil de antigamente.
Em poucos minutos já tínhamos a certeza de ter ido ao lugar certo.
Seguindo recomendações de amigos me hospedei em hostel. Para começar, ficamos alguns minutos da fria madrugada, sentadas na calçada. Tocamos duas vezes a campainha e ninguém...
Eu havia dito à recepcionista que chegaríamos às 12h, ainda era 5h.
Ruas desertas, tranqüilas e eis que de repente surgem 3 pessoas. Ai não! Será assalto?
Por sorte não, eles estavam no mesmo hostel e abriram a porta para nós.
Graças a esse mundão pequeno encontrei uma divertida pessoa (Vana) que também estava na aventura do Ano Novo na Ilha do Mel.
O reencontro causou muitos risos. O Ano Novo foi hilário e sensacional!
Hostel bacana, bem localizado, limpo, a recepcionista é italiana e fala espanhol, um dos donos é inglês e só fala inglês, mas cuidado ele entende bem o português.
Lugar ideal para conhecer gente interessante.
No café da manhã, um mix cultural, franceses, alemães, noruegueses, holandeses, cariocas, paulistas e assim por diante.
Eu havia dito à recepcionista que chegaríamos às 12h, ainda era 5h.
Ruas desertas, tranqüilas e eis que de repente surgem 3 pessoas. Ai não! Será assalto?
Por sorte não, eles estavam no mesmo hostel e abriram a porta para nós.
Graças a esse mundão pequeno encontrei uma divertida pessoa (Vana) que também estava na aventura do Ano Novo na Ilha do Mel.
O reencontro causou muitos risos. O Ano Novo foi hilário e sensacional!
Hostel bacana, bem localizado, limpo, a recepcionista é italiana e fala espanhol, um dos donos é inglês e só fala inglês, mas cuidado ele entende bem o português.
Lugar ideal para conhecer gente interessante.
No café da manhã, um mix cultural, franceses, alemães, noruegueses, holandeses, cariocas, paulistas e assim por diante.
Um dia quente, a empatia foi imediata. Juntamos a galera e fomos curtir um belo passeio de barco. Passeio tranqüilo por águas calmas, claras com peixinhos coloridos, ideal para mergulho.
Apaixonados por fotos, a cada piscada era um clic, o que resultou em fotos lindas e engraçadas!
Horas perfeitas.
Apaixonados por fotos, a cada piscada era um clic, o que resultou em fotos lindas e engraçadas!
Horas perfeitas.
Fim de tarde e a preparação para a balada, mas primeiro o churrasco no hostel.
A chuva que começava forte, parecia atrapalhar a nossa ida a balada. Só parecia mesmo. Uns com sombrinha, outros com capa de chuva, outros na chuva e lá fomos nós para Paraty 33, a melhor balada da cidade.
E assim dançamos, dançamos, curtimos, nos divertimos e fomos embora acabados.
A chuva que começava forte, parecia atrapalhar a nossa ida a balada. Só parecia mesmo. Uns com sombrinha, outros com capa de chuva, outros na chuva e lá fomos nós para Paraty 33, a melhor balada da cidade.
E assim dançamos, dançamos, curtimos, nos divertimos e fomos embora acabados.
Sábado, dia nublado, dar uma volta em Trindade estava no roteiro.
Eu já conhecia Trindade, e até já escrevi um post sobre, mas como uma amiga não, decidimos ir.
Demos uma volta na praia do Meio na Brava, almoçamos e quando a chuva começou decidimos voltar. E claro, na volta para deixar o passeio um pouco mais divertido, corremos atrás do ônibus dirigido por um motorista de mal humor.
Antes de terminar o dia, uma breve volta no centro para conhecer os artesanatos, apreciar um pouco mais a arquitetura da cidade, fazer um lanche, comer um doce.
A Noite foi de queijos e vinhos, misturados ao nosso bom humor e dos estrangeiros que ali compartilhavam conosco daquele clima alto-astral.
Último dia, e não querendo perder nenhum minuto do lindo dia ensolarado, mais um passeio de barco. Ilhas e praias para conhecer não faltam.
Agora com um barqueiro nativo, gente boa. Vimos tartarugas, estrelas do mar, tivemos aula de natação, ecologia e o som rolou solto.
Alegria e gente que só queria se divertir. As horas voaram e corremos para tomar banho, acabar de arrumar as coisas para não perder o ônibus.Eu já conhecia Trindade, e até já escrevi um post sobre, mas como uma amiga não, decidimos ir.
Demos uma volta na praia do Meio na Brava, almoçamos e quando a chuva começou decidimos voltar. E claro, na volta para deixar o passeio um pouco mais divertido, corremos atrás do ônibus dirigido por um motorista de mal humor.
Antes de terminar o dia, uma breve volta no centro para conhecer os artesanatos, apreciar um pouco mais a arquitetura da cidade, fazer um lanche, comer um doce.
A Noite foi de queijos e vinhos, misturados ao nosso bom humor e dos estrangeiros que ali compartilhavam conosco daquele clima alto-astral.
Último dia, e não querendo perder nenhum minuto do lindo dia ensolarado, mais um passeio de barco. Ilhas e praias para conhecer não faltam.
Agora com um barqueiro nativo, gente boa. Vimos tartarugas, estrelas do mar, tivemos aula de natação, ecologia e o som rolou solto.
Resumidamente é um lugar para toda a família. Um fim de semana é pouco para conhecer Paraty que não se resume apenas a uma cidade histórica. Conheça as praias, ilhas, vá até Trindade, tome um café, vá ao teatro local... Apenas se divirta!
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quinta-feira, 26 de março de 2009
Quer fazer Intercâmbio?
Um dia desses ouvi uma amiga falando que precisa fazer intercâmbio agora porque depois dos 30 anos não terá mais oportunidade.
O que tem de errado em fazer intercâmbio depois dos 30? Lendo o jornal "Metro" achei essa nota:
"Intercâmbio depois dos 30 existe e é bom!
Estudar fora do país hospedado com uma família estrangeira não é exclusividade dos jovens. Cada vez mais pessoas maduras optam pelo intercâmbio, por dois motivos: é mais barato e oferece maior contato com a língua local. Segundo Luiza Vianna, gerente de cursos da agência de intercâmbio CI, o número de clientes com mais de 30 anos é cada vez maior. "Há casos de executivos que têm a viagem paga pela empresa, mas optam pelo intercâmbio", disse. A gerente explica que a hospedagem em casa de família na Austrália custa em torno de U$$ 1 mil por mês, com café da manhã e jantar. Já em hotel, o viajante não gasta menos de U$$ 2 mil, sem as refeições. "Além disso, o contato com a cultura local é mais intenso quando se convive com uma família."O públicitário Wilson Longo Corrêa, 46 anos, optou pelo intercâmbio quando foi estudar inglês nos EUA. Passou 15 dias em Grand Rapids, em Michigan. "O fato de ter pouco tempo para ficar lá pesou na minha escolha", disse. "Mas fui muito bem recebido e se tiver de voltar com mais tempo vou repetir a dose."Corrêa ficou hospedado com um casal na faixa dos 60 anos. "Eles perguntavam como eu ia no curso, se tinha feito a liçaõ de casa. Como se fossem meus pais", completa."
Nos dias 27,28 e 29 de Março acontecerá em São Paulo o ExpoBelta, um dos principais eventos de educação internacional do mundo que conta coma presença de mais de 50 países das principais instituições educacionais e organizações do exterior.
São Paulo
27, 28 e 29 de março de 2009 (sexta, sábado e domingo)
Das 14h às 19h
Pavilhão da Bienal - Piso Térreo - Parque Ibirapuera
Belo Horizonte
31 de março de 2009 (terça)
Das 15h às 21hHotyel Mercure BH Lourdes
Entre no site e imprima seu convite
http://www.expobelta.org.br
Vou espiar por lá, e depois comento!
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Férias,
Intercâmbio
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sábado, 14 de março de 2009
Vários destinos com 50% de desconto
Neste sábado, domingo, segunda e terça, a CVC vai oferecer aos seus clientes pacotes de viagem voando TAM com 50% de desconto.
Os pacotes poderão ser parcelados em 10 vezes sem juros com apenas 1 real de entrada.
É isso mesmo! 10 vezes sem juros com apenas 1 real de entrada.
Alguns destinos:
Porto Seguro - 5 dias De R$ 851,00 por R$ 491,00
Natal - 5 dias De R$1.228,00 por R$701,00
Fortaleza - 5 diasDe R$1.256,00 por R$721,00
Rio de Janeiro - 3 diasDe R$581,00 por R$ 351,00
Consulte outros destinos:
Ruza Turismo e Viagens
Tel (011) 3492 8300 ou 7891 8473
Aproveitem!
Aproveitem!
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quinta-feira, 5 de março de 2009
"...Moro! Num país tropical. Abençoado por Deus E bonito por natureza..."
"...Em fevereiro (Em fevereiro!)
Tem carnaval (Tem carnaval!)..."
Meu carnaval foi em uma pequena e aconchegante vila de ruas estreitas que nos levam à praia de aguás claras, areia fofa e branca chamada Paúba.
Paúba mantém o estilo caiçara com casas de veraneio, tradição de pesca, e algumas pousadas e hotéis.
Praia ideal para família. Boa para banho. Lugar tranquilo, isolado onde dependemos do humor da natureza para curtir o mar. Um dia o mar parece uma piscina e no outro, ficar em pé é um desafio.
Praia ideal para família. Boa para banho. Lugar tranquilo, isolado onde dependemos do humor da natureza para curtir o mar. Um dia o mar parece uma piscina e no outro, ficar em pé é um desafio.
Esta praia linda tem apenas 450m de extensão. Fica à 1800m da badalada Maresias.
Vale a pena fazer uma noite em Maresias.
Passamos dias calmos e divertidos, curtindo a beleza do lugar, tomando muita água de coco e todas as noites íamos para Maresias jantar e tomar sorvete, claro!
Vale a pena fazer uma noite em Maresias.
Passamos dias calmos e divertidos, curtindo a beleza do lugar, tomando muita água de coco e todas as noites íamos para Maresias jantar e tomar sorvete, claro!
Conhecemos Toque Toque peq, que fica um pouco antes de Paúba. Também uma praia pequena e familiar.
Curtimos um por do sol em Maresias. Que lindo!
Curtimos um por do sol em Maresias. Que lindo!
Muito calor, bom humor e banho de mar...Assim foram os 4 dias em Paúba. Só choveu no último dia mas ainda assim muito calor.
Para quem quer curtir uma praia calma, limpa e linda. Vá para Paúba!
Para quem quer curtir uma praia calma, limpa e linda. Vá para Paúba!
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Deixe o tempo correr nas lagoas
Entre mergulhos, drinques e porções de camarão, a ordem é relaxar
JIJOCA DE JERICOACOARA, Ceará - Enquanto avança pela Praia do Riacho Doce, no caminho para o Preá, a 14 quilômetros de Jericoacoara, o bugueiro mostra uma vegetação típica de mangue que se inclinou até quase tocar o solo por causa da força dos ventos. E acabou ganhando o apelido de árvore da preguiça, nome mais do que adequado ao roteiro de buggy pelas Lagoas Azul e do Paraíso, dois oásis cearenses criados pelo acúmulo da água das chuvas. Um pedaço de Nordeste longe de qualquer indício de seca.
Quiosques e redes na água garantem nível zero de preocupação na Paraíso
O cardápio vai até você, para evitar preocupação
O nível da água chega a alcançar as mesas do restaurante da Lagoa Azul entre fevereiro e junho, quando chove mais. Almoçar com os pés na água pode ser uma agradável surpresa nesse período. O mais impressionante é que não há nenhuma nascente na lagoa e, mesmo com as altas temperaturas dos meses mais quentes, ela nunca seca.
O segredo? ''Nosso Pai é poderoso'', diz Francisco das Chagas Pires, por detrás do balcão do restaurante, de cabelos compridos, grisalhos e pele marcada pelo sol.
Na Lagoa Azul, a ordem é relaxar e deixar o tempo correr. Entre uma caipirinha, uma porção de camarão e um mergulho revigorante na lagoa de água fresca, você não vai mais querer sair de lá. Ou talvez só faça isso para conhecer outra lagoa, com atrativos bem semelhantes.
Quase um spa
Não poderia haver melhor nome: a Lagoa do Paraíso faz o visitante se sentir em um daqueles lugares perfeitos. Maior do que a Azul, a lagoa se espalha tanto que seu fim fica em algum lugar onde a vista já não alcança, perdido no horizonte.
No entorno, bancos de areia formam praias, localizadas dentro da área de pousadas. Mas não por isso exclusividade dos hóspedes. A entrada é permitida ao público, desde que se consuma nos restaurantes.
Ali também vale a pena sentar em um dos quiosques. E, vez ou outra, dar um mergulho. A lagoa é tão rasa que os comerciante montam redes na água, para o relax total de seus fregueses.
Uma experiência interessante é sentar na beirada da lagoa e cavar fundo o solo. Bastante claro na parte superficial, ele tem suas camadas mais baixas praticamente brancas. A areia é sólida como argila e, espalhada pelo corpo, funciona como um esfoliante natural. Revestido com a areia, você vai parecer um fantasma - ou uma criança brincalhona.
Deixe a mistura secar por alguns minutos, até começar a rachar na pele. Então mergulhe com tudo, esfregue, lave e volte à superfície. A pele fica macia como um travesseiro.
JIJOCA DE JERICOACOARA, Ceará - Enquanto avança pela Praia do Riacho Doce, no caminho para o Preá, a 14 quilômetros de Jericoacoara, o bugueiro mostra uma vegetação típica de mangue que se inclinou até quase tocar o solo por causa da força dos ventos. E acabou ganhando o apelido de árvore da preguiça, nome mais do que adequado ao roteiro de buggy pelas Lagoas Azul e do Paraíso, dois oásis cearenses criados pelo acúmulo da água das chuvas. Um pedaço de Nordeste longe de qualquer indício de seca.
Quiosques e redes na água garantem nível zero de preocupação na Paraíso
O cardápio vai até você, para evitar preocupação
O nível da água chega a alcançar as mesas do restaurante da Lagoa Azul entre fevereiro e junho, quando chove mais. Almoçar com os pés na água pode ser uma agradável surpresa nesse período. O mais impressionante é que não há nenhuma nascente na lagoa e, mesmo com as altas temperaturas dos meses mais quentes, ela nunca seca.
O segredo? ''Nosso Pai é poderoso'', diz Francisco das Chagas Pires, por detrás do balcão do restaurante, de cabelos compridos, grisalhos e pele marcada pelo sol.
Na Lagoa Azul, a ordem é relaxar e deixar o tempo correr. Entre uma caipirinha, uma porção de camarão e um mergulho revigorante na lagoa de água fresca, você não vai mais querer sair de lá. Ou talvez só faça isso para conhecer outra lagoa, com atrativos bem semelhantes.
Quase um spa
Não poderia haver melhor nome: a Lagoa do Paraíso faz o visitante se sentir em um daqueles lugares perfeitos. Maior do que a Azul, a lagoa se espalha tanto que seu fim fica em algum lugar onde a vista já não alcança, perdido no horizonte.
No entorno, bancos de areia formam praias, localizadas dentro da área de pousadas. Mas não por isso exclusividade dos hóspedes. A entrada é permitida ao público, desde que se consuma nos restaurantes.
Ali também vale a pena sentar em um dos quiosques. E, vez ou outra, dar um mergulho. A lagoa é tão rasa que os comerciante montam redes na água, para o relax total de seus fregueses.
Uma experiência interessante é sentar na beirada da lagoa e cavar fundo o solo. Bastante claro na parte superficial, ele tem suas camadas mais baixas praticamente brancas. A areia é sólida como argila e, espalhada pelo corpo, funciona como um esfoliante natural. Revestido com a areia, você vai parecer um fantasma - ou uma criança brincalhona.
Deixe a mistura secar por alguns minutos, até começar a rachar na pele. Então mergulhe com tudo, esfregue, lave e volte à superfície. A pele fica macia como um travesseiro.
Fonte: O Estado de S.Paulo
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domingo, 18 de janeiro de 2009
Começando 2009 com o pé direito! Ilha do Mel-PR
Ao contrário de muitos, que aproveitam o fim de ano para curtir a agitação dos lugares mais frequentados, eu só quero sossego!
O lugar escolhido para o Reveillon foi Ilha do Mel no Paraná.
Não tão perto mas nem tão longe assim, 10 horas de ônibus e chegamos ao Portal do Paraná.
O Porto não é muito convidativo, o que me lembrou o de Angra dos Reis, que não nos dá a menor idéia da maravilha que está por vir.
Dia quente, céu aberto. Nos apressamos para curtí-lo.
Eu pensava que a Ilha do Mel era um balneário, mas um pouco de pesquisa me deixou saber que é um parque estadual criado para proteger o rico ecossistema com natural beleza, e paz!
Encantadas. Foi lá que ficamos. O lugar faz jus ao nome, a vila é encantada mesmo, super charmosa. Simples mas linda.
Praias límpidas.
O primeiro lugar a visitar foi a Praia do Fora, a poucos minutos de onde estávamos hospedados. Aproveitamos que ao lado fica a Gruta das Encantadas; um dos tesouros da Ilha do Mel, com sua beleza mística, lendas e energia salutar promovida por sua composição mineral, que pode ser acessada por qualquer um. Há uma passarela que facilita o acesso.
A Praia do Fora é um encanto. Tranquila, limpa, lugar ideal para a prática de esportes como paraglide, montanhismo, e conta uma grande praça de alimentação onde a noite a galera se reuni para um curtir o forró da ilha.
Preparação para a virada. Despedida de 2008!
Cansadas da caminhada, descansamos um pouco para então curtir a noite.
Passamos a virada na Raive, dançando muito.
Um exemplo de organização e conservação do lugar, é que no dia 01, logo de manhã fomos a praia e notamos que não havia nenhuma sujeira. Nem parecia que a poucas horas houve uma raive e pagode na praia, queima de fogos e afins.
Nova Brasília
Dia seguinte fomos conhecer Nova Brasília. Devido aos efeitos da erosão nos últimos anos, muitos moradores tiveram que se mudar, desativar restaurantes, pousadas e campings.
Por isso se prepare! O lugar é lindo, mas rústico
Se não me engano, há somente três restaurantes. No dia em que visitamos, um estava com a cozinha fechada (na hora do almoço), outro estava com sua capacidade excedida e o outro onde almoçamos, foi ruim! Pedidos errados, trocados, muita demora, e as condições de higiene do banheiro eram precárias. Só com muita fome mesmo! E ainda quase nos obrigaram a pagar os 10% de serviço, aliás, um serviço para lá de deficiente.
Passamos quase um dia todo em Nova Brasília. Caminhamos até Fortaleza à 4 km do píer.
Fortaleza foi construída em 1766, pela necessidade de proteger a ilha de Paranaguá contra as tropas espanholas que já haviam invadido Santa Catarina.
Até hoje pode se ver canhões usados na época. Ao lado, na praia, tem um pequeno restaurante de serviço muito bom.
Começou a ventar forte e logo chover. Voltamos na chuva para lavar a alma rsrs
Notamos algumas casas na praia. O lugar é extremamente tranquilo e antes que eu esqueça: Maravilhosamente limpo. Seus moradores amam e conservam a ilha. Nada de sujeira!
Areia fofa, clara que assobia quando andamos
Baía dos Golfinhos
Sim, sim nós vimos golfinhos rs De longe, claro, mas ainda sim vimos rs
Dia nublado e fomos conhecer a Baía dos Golfinhos. O passeio durou cerca de 5 horas.
O serviço de barco é muito bom e dentro das normas de segurança exigidas pela marina.
A primeira parada, bem rápida, foi na Fortaleza depois na Praia das Peças, onde tomamos um sorvete muito gostoso
Os golfinhos estavam tímidos, mas conseguimos vê-los mesmo que de longe. Lindos, nado sincronizado e o mar começava a se agitar. Hora de voltar!
A volta foi agitada, algumas pessoas ficaram enjoadas, o mar estava bravo e o barco balançava bastante.
Fim da tarde e a natureza nos surpreende. Depois de uma forte chuva. Um espetáculo! O sol reaparece entre as nuvens e rouba a cena.
Quanta beleza e calma! Como é gostoso ouvir o barulho do mar, pé na areia fina e fofa.
No outro dia o sol aparece com tudo!
Curtimos a praia, caminhamos, apreciamos, tomamos banho de mar e como nada é perfeito. Cometemos um dos piores erros: Esquecemos de passar o filtro solar rs
Pois é, nem preciso dizer mais nada né!?
E ainda por cima uma onda sorrateira nos pregou uma peça. Avançou, quase carregou nossas coisas e até molhou uma câmera fotográfica, que muito guerreira sobreviveu rs
Começou o aperto no coração. Estava acabando...
Noite gostosa, um bom papo a beira mar...
Último dia, acordamos cedo, café reforçado, última caminhada na praia, mais um sorvete, claro!
Aliás, como eu amo tomar sorvete!
Arrumamos as coisas, almoçamos e partimos às 15h
O lugar escolhido para o Reveillon foi Ilha do Mel no Paraná.
Não tão perto mas nem tão longe assim, 10 horas de ônibus e chegamos ao Portal do Paraná.
O Porto não é muito convidativo, o que me lembrou o de Angra dos Reis, que não nos dá a menor idéia da maravilha que está por vir.
Dia quente, céu aberto. Nos apressamos para curtí-lo.
Eu pensava que a Ilha do Mel era um balneário, mas um pouco de pesquisa me deixou saber que é um parque estadual criado para proteger o rico ecossistema com natural beleza, e paz!
Encantadas. Foi lá que ficamos. O lugar faz jus ao nome, a vila é encantada mesmo, super charmosa. Simples mas linda.
Praias límpidas.
O primeiro lugar a visitar foi a Praia do Fora, a poucos minutos de onde estávamos hospedados. Aproveitamos que ao lado fica a Gruta das Encantadas; um dos tesouros da Ilha do Mel, com sua beleza mística, lendas e energia salutar promovida por sua composição mineral, que pode ser acessada por qualquer um. Há uma passarela que facilita o acesso.
A Praia do Fora é um encanto. Tranquila, limpa, lugar ideal para a prática de esportes como paraglide, montanhismo, e conta uma grande praça de alimentação onde a noite a galera se reuni para um curtir o forró da ilha.
Preparação para a virada. Despedida de 2008!
Cansadas da caminhada, descansamos um pouco para então curtir a noite.
Passamos a virada na Raive, dançando muito.
Um exemplo de organização e conservação do lugar, é que no dia 01, logo de manhã fomos a praia e notamos que não havia nenhuma sujeira. Nem parecia que a poucas horas houve uma raive e pagode na praia, queima de fogos e afins.
Nova Brasília
Dia seguinte fomos conhecer Nova Brasília. Devido aos efeitos da erosão nos últimos anos, muitos moradores tiveram que se mudar, desativar restaurantes, pousadas e campings.
Por isso se prepare! O lugar é lindo, mas rústico
Se não me engano, há somente três restaurantes. No dia em que visitamos, um estava com a cozinha fechada (na hora do almoço), outro estava com sua capacidade excedida e o outro onde almoçamos, foi ruim! Pedidos errados, trocados, muita demora, e as condições de higiene do banheiro eram precárias. Só com muita fome mesmo! E ainda quase nos obrigaram a pagar os 10% de serviço, aliás, um serviço para lá de deficiente.
Passamos quase um dia todo em Nova Brasília. Caminhamos até Fortaleza à 4 km do píer.
Fortaleza foi construída em 1766, pela necessidade de proteger a ilha de Paranaguá contra as tropas espanholas que já haviam invadido Santa Catarina.
Até hoje pode se ver canhões usados na época. Ao lado, na praia, tem um pequeno restaurante de serviço muito bom.
Começou a ventar forte e logo chover. Voltamos na chuva para lavar a alma rsrs
Notamos algumas casas na praia. O lugar é extremamente tranquilo e antes que eu esqueça: Maravilhosamente limpo. Seus moradores amam e conservam a ilha. Nada de sujeira!
Areia fofa, clara que assobia quando andamos
Baía dos Golfinhos
Sim, sim nós vimos golfinhos rs De longe, claro, mas ainda sim vimos rs
Dia nublado e fomos conhecer a Baía dos Golfinhos. O passeio durou cerca de 5 horas.
O serviço de barco é muito bom e dentro das normas de segurança exigidas pela marina.
A primeira parada, bem rápida, foi na Fortaleza depois na Praia das Peças, onde tomamos um sorvete muito gostoso
Os golfinhos estavam tímidos, mas conseguimos vê-los mesmo que de longe. Lindos, nado sincronizado e o mar começava a se agitar. Hora de voltar!
A volta foi agitada, algumas pessoas ficaram enjoadas, o mar estava bravo e o barco balançava bastante.
Fim da tarde e a natureza nos surpreende. Depois de uma forte chuva. Um espetáculo! O sol reaparece entre as nuvens e rouba a cena.
Quanta beleza e calma! Como é gostoso ouvir o barulho do mar, pé na areia fina e fofa.
No outro dia o sol aparece com tudo!
Curtimos a praia, caminhamos, apreciamos, tomamos banho de mar e como nada é perfeito. Cometemos um dos piores erros: Esquecemos de passar o filtro solar rs
Pois é, nem preciso dizer mais nada né!?
E ainda por cima uma onda sorrateira nos pregou uma peça. Avançou, quase carregou nossas coisas e até molhou uma câmera fotográfica, que muito guerreira sobreviveu rs
Começou o aperto no coração. Estava acabando...
Noite gostosa, um bom papo a beira mar...
Último dia, acordamos cedo, café reforçado, última caminhada na praia, mais um sorvete, claro!
Aliás, como eu amo tomar sorvete!
Arrumamos as coisas, almoçamos e partimos às 15h
Só deixamos de conhecer o Farol das Encantadas que conforme alguns amigos, se pode apreciar linda paisagem.
Ficou na memória os dias maravilhosos que lá vivemos. Deixamos alí somente as pegadas na areia e levamos inúmeras fotos e histórias para contar
Nosso Brasil é lindo demais!!!
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